Dona Joaquina Maria Duarte. Mãe do meu pai. 
Falar sobre a vida da minha avó paterna se transformaria num livro fácil, fácil. Num bestseller, na verdade.
As marcas em seu rosto, as rugas, os cabelos brancos, tudo têm uma história, história de alegrias, de tristezas, de vidas e de mortes. 
Alegrias de ter colocado no mundo seis filhos, de ter formado cinco com o trabalho árduo do instrumento com que se cava a terra,  de ter criado netos, instruído compadres, viajado as Américas, enfim, alegrias de ter vivido intensamente. Sim, Dona Joaquina Maria Duarte viveu intensamente, de forma brava, forte,  decidida e autoritária. Autoridade necessária no seu tempo, quando os homens ditavam as regras. 
As tristezas foram aparecendo no caminho, caminho de uma longa vida. Com a morte do filho adolescente e do marido e depois da filha prestes a se casar em um acidente de carro, as marcas da vida foram se aprofundando neste rosto sereno.
Ela participou da vida de cada filho, de cada neto de forma marcante, com atitudes firmes, experiências e decisões que influenciaram a vida de todos ao seu redor de uma forma ou de outra.
Ninguém gosta da morte, mas esta veio ao seu encontro na hora certa.  Seu corpo já frágil pedia o descanso eterno. Viveu 95 anos. Ela se foi em janeiro de 2010.
Saudades da minha Vó Quininha.
Obrigada.

Joaquina Maria Duarte.

                                         

Dona Joaquina Maria Duarte. Mãe do meu pai. 
Falar sobre a vida da minha avó paterna se transformaria num livro fácil, fácil. Num bestseller, na verdade.
As marcas em seu rosto, as rugas, os cabelos brancos, tudo têm uma história, história de alegrias, de tristezas, de vidas e de mortes. 
Alegrias de ter colocado no mundo seis filhos, de ter formado cinco com o trabalho árduo do instrumento com que se cava a terra,  de ter criado netos, instruído compadres, viajado as Américas, enfim, alegrias de ter vivido intensamente. Sim, Dona Joaquina Maria Duarte viveu intensamente, de forma brava, forte,  decidida e autoritária. Autoridade necessária no seu tempo, quando os homens ditavam as regras. 
As tristezas foram aparecendo no caminho, caminho de uma longa vida. Com a morte do filho adolescente e do marido e depois da filha prestes a se casar em um acidente de carro, as marcas da vida foram se aprofundando neste rosto sereno.
Ela participou da vida de cada filho, de cada neto de forma marcante, com atitudes firmes, experiências e decisões que influenciaram a vida de todos ao seu redor de uma forma ou de outra.
Ninguém gosta da morte, mas esta veio ao seu encontro na hora certa.  Seu corpo já frágil pedia o descanso eterno. Viveu 95 anos. Ela se foi em janeiro de 2010.
Saudades da minha Vó Quininha.
Obrigada.
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Lá se foi 2010.

Janeiro: Brasas _ curso de verão e treinamento dos professores. Morre minha avó paterna aos 95 anos. Adeus, Vó Quininha.
Fevereiro: Brasas _ expectativa para o início das aulas.
Março: Brasas _ matrículas ainda acontecendo.
Abril: Brasas _ tudo normal e sob controle.
Maio: Brasas _ tudo normal. Viagem para São Paulo e Rio para apresentar Little Pim. Meia Maratona das Cataratas _ minha primeira participação em corridas de rua. 21km que rendeu uma crônica.
Junho: Brasas _ tudo normal. Expectativa para o curso de inverno e novo treinamento para professores com Clarissa em julho. Viagem para Goiânia para visitar meus pais.
Julho: Brasas _ curso de inverno não saiu. Treinamento um sucesso! Duas professoras contratadas. O que necessitávamos.
Agosto: Brasas _ expectativa para o re-início das aulas. Novas turmas formando. Muitas matrículas!
Setembro: Brasas _ tudo normal. Viagem para Argentina e Chile. MARAVILHOSA! Gima e eu de carro por 21 dias!
Outubro: Brasas _ tudo normal. Visita dos meus pais a Foz.
Novembro: Brasas _ tudo normal. Viagem para o Nordeste. Dez dias em Porto de Galinhas, Gima e eu. MARAVILHOSO! Amo o mar.
Dezembro: Brasas _ contas e mais contas pra pagar! Viagem para Goiânia para o Natal e Ano Novo. Família, fazenda e chuva. Carro novo para Mariana.

Minha vida se resumiu no Brasas em 2010. Todos os meses, de janeiro à dezembro, Brasas!
Em 2011 deve acontecer o mesmo, Brasas!

Retrospectiva.

Lá se foi 2010.

Janeiro: Brasas _ curso de verão e treinamento dos professores. Morre minha avó paterna aos 95 anos. Adeus, Vó Quininha.
Fevereiro: Brasas _ expectativa para o início das aulas.
Março: Brasas _ matrículas ainda acontecendo.
Abril: Brasas _ tudo normal e sob controle.
Maio: Brasas _ tudo normal. Viagem para São Paulo e Rio para apresentar Little Pim. Meia Maratona das Cataratas _ minha primeira participação em corridas de rua. 21km que rendeu uma crônica.
Junho: Brasas _ tudo normal. Expectativa para o curso de inverno e novo treinamento para professores com Clarissa em julho. Viagem para Goiânia para visitar meus pais.
Julho: Brasas _ curso de inverno não saiu. Treinamento um sucesso! Duas professoras contratadas. O que necessitávamos.
Agosto: Brasas _ expectativa para o re-início das aulas. Novas turmas formando. Muitas matrículas!
Setembro: Brasas _ tudo normal. Viagem para Argentina e Chile. MARAVILHOSA! Gima e eu de carro por 21 dias!
Outubro: Brasas _ tudo normal. Visita dos meus pais a Foz.
Novembro: Brasas _ tudo normal. Viagem para o Nordeste. Dez dias em Porto de Galinhas, Gima e eu. MARAVILHOSO! Amo o mar.
Dezembro: Brasas _ contas e mais contas pra pagar! Viagem para Goiânia para o Natal e Ano Novo. Família, fazenda e chuva. Carro novo para Mariana.

Minha vida se resumiu no Brasas em 2010. Todos os meses, de janeiro à dezembro, Brasas!
Em 2011 deve acontecer o mesmo, Brasas!
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O Natal celebra o nascimento de Jesus de Nazaré. A data não é conhecida como o aniversário real de Jesus e pode ter sido inicialmente escolhida para corresponder com qualquer festival histórico Romano ou com o Solstício de Inverno. A palavra solstício vem do latim sol, e este fenômeno ocorre quando o sol atinge a maior distância angular em relação ao plano que passa pela linha do Equador. Sua data não é a mesma todo ano, mas normalmente ocorre por volta do dia 22 de dezembro no hemisfério norte, e 21 de junho no hemisfério sul (wikipédia). Mas sendo assim, teríamos que comemorar o nosso Natal em junho, então. Também sei que em 274, o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro como "O dia do nascimento do sol inconquistável" O sol passou a ser venerado. Buscáva-se seu calor que ficava no espaço muito acima do frio do inverno na Terra. O início do inverno passou a ser festejado como o dia do deus Sol. Mas e Jesus, onde entra nesta história? A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto. o Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de dezembro, substituindo a veneração ao deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo. O nascimento de Jesus passou a ser comemorado no Solstício de Inverno. 
Palavra bonita, Solstício... mais bonita ainda... Cristo. Jesus Cristo é venerado nesta data de uma forma muito especial, e mesmo passados 2000 anos de sua existência, ele ainda consegue despertar nas pessoas um pouco de sentimento de bondade e fraternidade nesta época do ano. Felizes aqueles que possuem o dom da fé, diferente de mim, que não acredito em deuses ou santos, mas na capacidade que Eu tenho de fazer as coisas acontecerem na minha vida. Apesar da ausência de fé, o que não me torna uma pessoa pior, sou muito feliz, e que todos tenham um Feliz Natal! Que comprem e comprem muito!!! Aqueçam a economia neste final de ano e iniciem 2011  devendo e devendo!!! Afinal, é isso que se tornou o Natal, uma época de ir às compras, de realizar aquele sonho daquela TV de LCD, de fazer aquele cruzeiro pelo litoral... Mas e o Menino Jesus, onde fica nesta história? Fica deitadinho na manjedoura daquele presépio de gesso na praça da cidade, no aparador da mansão do Jardim América em São Paulo, no coração de alguns...É mesmo um Solstício, o Natal. Distante do calor que deveria realmente existir tanto em dezembro no hemisfério norte, quanto em junho no hemisfério sul..

É Natal!


O Natal celebra o nascimento de Jesus de Nazaré. A data não é conhecida como o aniversário real de Jesus e pode ter sido inicialmente escolhida para corresponder com qualquer festival histórico Romano ou com o Solstício de Inverno. A palavra solstício vem do latim sol, e este fenômeno ocorre quando o sol atinge a maior distância angular em relação ao plano que passa pela linha do Equador. Sua data não é a mesma todo ano, mas normalmente ocorre por volta do dia 22 de dezembro no hemisfério norte, e 21 de junho no hemisfério sul (wikipédia). Mas sendo assim, teríamos que comemorar o nosso Natal em junho, então. Também sei que em 274, o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro como "O dia do nascimento do sol inconquistável" O sol passou a ser venerado. Buscáva-se seu calor que ficava no espaço muito acima do frio do inverno na Terra. O início do inverno passou a ser festejado como o dia do deus Sol. Mas e Jesus, onde entra nesta história? A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto. o Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de dezembro, substituindo a veneração ao deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo. O nascimento de Jesus passou a ser comemorado no Solstício de Inverno. 
Palavra bonita, Solstício... mais bonita ainda... Cristo. Jesus Cristo é venerado nesta data de uma forma muito especial, e mesmo passados 2000 anos de sua existência, ele ainda consegue despertar nas pessoas um pouco de sentimento de bondade e fraternidade nesta época do ano. Felizes aqueles que possuem o dom da fé, diferente de mim, que não acredito em deuses ou santos, mas na capacidade que Eu tenho de fazer as coisas acontecerem na minha vida. Apesar da ausência de fé, o que não me torna uma pessoa pior, sou muito feliz, e que todos tenham um Feliz Natal! Que comprem e comprem muito!!! Aqueçam a economia neste final de ano e iniciem 2011  devendo e devendo!!! Afinal, é isso que se tornou o Natal, uma época de ir às compras, de realizar aquele sonho daquela TV de LCD, de fazer aquele cruzeiro pelo litoral... Mas e o Menino Jesus, onde fica nesta história? Fica deitadinho na manjedoura daquele presépio de gesso na praça da cidade, no aparador da mansão do Jardim América em São Paulo, no coração de alguns...É mesmo um Solstício, o Natal. Distante do calor que deveria realmente existir tanto em dezembro no hemisfério norte, quanto em junho no hemisfério sul..
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